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terça-feira, 24 de abril de 2012

Tarde de autógrafos da A.CURA no Salão do Livro!

Confira aqui as fotos da tarde de autógrafos dos autores da Associação Cultural Rastilho, no 1º Salão Internacional do Livro em Suzano, no dia 18/04/2012.

Essa tarde foi uma das mais inesquecíveis para o nosso grupo, pois recebemos a visita de professores e alunos da rede pública municipal interessados em tirar todas as suas dúvidas sobre a vida dos escritores, sobre a arte de escrever, a importância da leitura e tantas outras indagações que renderam um bate-papo gostoso e um convite para que a A.CURA faça uma visita lá onde os alunos estudam! Alegre

 

É é claro que já aceitamos!

Grande abraço da A.CURA!

Como foi o sarau da A.CURA no Salão do Livro!

 

A.CURA também participou do 1º Salão Internacional do Livro em Suzano! Confira as fotos e veja o que nós aprontamos por lá! Teve até cama no cenário e tudo! Alegre

Agradecemos todos que participaram do Sarau, que mostraram um pouco do seu trabalho e que vieram prestigiar nosso grupo! Agradecemos os e-mails que estamos recebendo e estamos muito felizes em descobrir tantos talentos escondidos que agora irão começar a mostrar suas obras!

Logo vamos ter mais bagunça, aguardem!

 

Um grande abraço da Associação Cultural Rastilho!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A.CURA estará presente no Salão do Livro em Suzano!





Amigos, estaremos presentes no 1º Salão nternacional do Livro em Suzano, nos dias 15 e 18/04!

Dia 15/04, às 17h será o Sarau A.CURA, não perca!
Dia 18/04 às 16h será nossa tarde de autógrafos, estarão presentes:
  • Cláudio Domingos Fernandes (Livro Vacuos Mundi)
  • Marco Aurélio P. Maida (Livro Memórias de Onã)
  • Lygia Canelas (Livro Vestígios)
  • Hélcio Lopes (Livro Desnudo)
  • Cícero Tavares e Renata Pinheiro (Livro VERSOnhos)



Imprima o folheto abaixo e leve no estande da A.CURA no Salão do Livro em Suzano, com ele vc ganha 5 reais de desconto na compra dos nossos livros, leve qualquer um por apenas R$ 10,00!
Desconto para estudantes e professores!


Nosso estande tem o nome "Autores Regionais" :)





Conheça nossas publicações aqui:

Veja a programaçãop de eventos dos autores regionais!




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O caso K.

Não posso dizer já ter visto de tudo na minha profissão. Eu apenas a iniciei. Mas o que conto é algo extraordinário. Abri recentemente minha clinica odontológica e estou ainda formando uma carteira de clientes. Por volta de um mês a mãe veio com a filha para uma consulta, queria que eu verificasse uma ferida no céu da boca da filha. A menina, 15 anos, tinha um aspecto pálido e olhos embaçados. Perguntei à mãe se ela estava conseguindo se alimentar bem. A mãe respondeu que estava absorvendo apenas liquido. Pedi então que a menina abrisse a boca e não fosse a mascara, teria desmaiado tal forte estava seu hálito. Examinei então a boca da menina e devo confessar que era a primeira vez, espero seja a ultima, que via algo do gênero. Sem saber que procedimento tomar, indiquei uma medicação e pedi à mãe que providenciasse uma biopsia e retornasse o mais breve possível. Dois dias depois a mãe voltou com a biopsia. Deu-se então meu espanto. O resultado da biopsia apontava que a ferida na boca da filha era provocada por uma bactéria encontrada apenas em cadáveres. Inquirindo, então, a mãe, com certa resistência, narrou-me que ela e a filha procuravam em sites de relacionamentos homens que se relacionassem com as duas e encontraram um sujeito que se dizia trabalhar no IML. Isto poderia explicar a bactéria. Como eu não tinha recursos em minha clinica para acompanhar o caso da filha, orientei a mãe a procurar uma clinica especializada em câncer bucal. Fiquei, no entanto, intrigado com a situação e narrei-a a um amigo jornalista que resolveu procurar a mulher para uma matéria. O fato é que lendo o jornal está manhã fiquei estupefato: “Policia encontra cadáver de mãe e filha em apartamento de médico criminalista”. Na noite de ontem, a polícia por meio do jornalista X chegou ao apartamento do médico criminalista K, onde encontrou conservado em uma banheira com formol os corpos de Z e Zz, mãe e filha, que, há dois anos, encontravam-se desaparecidas. K sofre de desvio sexual e mantinha regular relacionamento com os corpos encontrados em seu apartamento. Quem levou a polícia ao médico criminalista, foi o jornalista X deste jornal, que desenvolvia matéria sobre relacionamentos na Internet e casualmente deparou com a história das mulheres desaparecidas.




Cláudio Domingos
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